Juiz suspende venda dos campos Iara e Lapa para a corrupta Total - Notcias | SindiPetro-LP
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Juiz suspende venda dos campos Iara e Lapa para a corrupta Total

Juiz suspende venda dos campos Iara e Lapa para a corrupta Total

Aes da FNP

Juiz suspende venda dos campos Iara e Lapa para a corrupta Total

Juiz federal substituto da 3 Vara Federal de Sergipe suspendeu nesta tera-feira (10) a venda dos campos Iara e Lapa, ambos localizados no pr-sal da Bacia de Santos. A deciso foi tomada depois da Federao Nacional dos Petroleiros (FNP) mover ao popular contra as vendas.

No documento, a FNP ressaltou que existe uma aliana estratgica com a francesa Total, acusada de corrupo em vrios pases. No entanto, a direo da Petrobrs insiste em vender para ela, por preo vil, importante parcela da sua participao nos campos petrolferos.

Ainda na ao popular, a FNP esclarece que essa operao se trata, na verdade, da manuteno da Sistemtica de Desinvestimento da Petrobrs, com clara desobedincia aos princpios constitucionais. Em outras palavras, VENDA SEM LICITAO, prtica considerada ilcita.

A FNP ainda explica, na ao, que os campos petrolferos em questo ostentam um valor econmico imensurvel, uma vez que abrangem valiosas reservas de petrleo do pr-sal, consideradas, pela Agncia Internacional de Energia, como as mais promissoras do mundo.

Expropriao intelectual
Para piorar, a direo da Petrobrs no est levando em considerao a mo de obra qualificada e dispensa, por meio da sua poltica de privatizao, profissionais de extrema capacidade, com conhecimento e experincia essenciais em suas respectivas reas.

Com isso, atualmente, possvel perceber problemas de composio de efetivo nas unidades e gerncias inteiras impactadas em suas atividades. A bacia de Santos, por exemplo, est importando trabalhadores, s custas do esvaziamento de outras unidades.

Assim, a Petrobrs est sendo marcada por uma presidncia sociopata e entreguista, totalmente alinhada com o plano de desmonte do pas a qualquer preo.

Por isso, a FNP luta exaustivamente contra essa gerncia. Nenhum direito a menos!

Fonte: FNP

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