Petros fecha o ano de 2025 com R$ 15,5 bilhões de retorno nos investimentos, o maior da história da Fundação

resultados históricos

A Petros encerrou o exercício de 2025 com resultados históricos. A rentabilidade consolidada da Fundação foi de 12,57%, bem acima do objetivo médio de 9,11%, totalizando um retorno de R$ 15,5 bilhões nos investimentos, um recorde ao longo dos seus 55 anos. O resultado é cerca de 60% superior ao registrado no exercício anterior (R$ 9,8 bilhões). Com o desempenho na gestão dos investimentos, nosso patrimônio seguiu crescendo de forma sustentável e alcançou R$ 148,9 bilhões, 8,8% acima do registrado em 2024 (R$ 136,8 bilhões). Todos os nossos planos superaram seus objetivos de retorno no exercício, alguns deles com rentabilidade recorde.

Os bons resultados seguem neste início de 2026, com todos os planos superando o seu objetivo de retorno, levando a Petros, maior fundo de pensão multipatrocinado do país, a bater a marca de R$ 150 bilhões em patrimônio.

PP-2 tem maior rentabilidade desde criação

Nos planos mais jovens, a combinação entre proteção e diversificação contribuiu positivamente com os resultados. Foi o caso do PP-2, maior plano de contribuição variável do país, que apresentou o melhor desempenho desde a sua criação, em 2007, alcançando retorno consolidado de 15,25% nos investimentos, bem acima do objetivo de 9,18%. A performance do plano evidencia a consistência da estratégia de investimentos, com destaque para a otimização risco-retorno adotada ao longo do ano. Esses resultados reforçam a solidez do plano e sua capacidade de gerar valor aos participantes, mesmo em um cenário econômico desafiador.

O resultado refletiu na evolução do patrimônio do plano, que chegou a R$ 58,6 bilhões, um incremento de aproximadamente R$ 10 bilhões frente a 2024, que foi de R$ 48,7 bilhões. Além disso, o plano encerrou o exercício com superávit.

Os resultados históricos reforçam o compromisso da nossa gestão com os mais de 133 mil participantes, confirmando a capacidade da Petros de gerar valor a partir de estratégias consistentes, otimização da relação risco-retorno, governança robusta e qualificação técnica dos times. Esse desempenho também marca um ciclo de crescimento na Fundação - uma entidade que paga benefícios no montante de cerca de R$ 12 bilhões anualmente, o que representa 10% do que é pago por todo setor -, e que avança rumo a um futuro cada vez mais sustentável.

Para além do crescimento do patrimônio, o PP-2 apresentou forte adesão em 2025, ampliando em mais de 1,7 mil o número de participantes, que superou a marca de 53,6 mil, fortalecendo a sua posição de liderança no setor.

PPSPs superam objetivo de retorno pelo terceiro ano consecutivo

Destaque também para os nossos maiores planos de benefício definido, o PPSP-R e o PPSP-NR, com perfil maduro e maioria dos participantes em fase de recebimento de benefícios. Ambos os planos superaram suas metas atuariais pelo terceiro ano consecutivo, consolidando uma trajetória de estabilidade. Os planos também registraram equilíbrio técnico ajustado positivo em 2025.

O resultado reflete a bem-sucedida estratégia de imunização – os PPSPs encerraram o ano com cerca de 90% da carteira imunizada –, que foi um dos pilares de sustentação do desempenho no exercício. 

PP-3 e FlexPrev ficam bem acima da meta

Com patrimônio de R$ 4 bilhões, o PP-3 registrou rentabilidade de 13,15%, mais de quatro pontos percentuais acima do objetivo do ano, de 8,71%. Já o FlexPrev teve a maior rentabilidade desde a criação do plano, com valorização de 14,58% frente ao objetivo de 8,79%, elevando o patrimônio para R$ 1,18 bilhão.

Eficiência na gestão administrativa

Em 2025, tivemos avanços significativos no controle orçamentário para a administração da Petros, com foco no aprimoramento contínuo de processos e no ganho de eficiência. Como resultado, o índice de cobertura do nosso orçamento, que representa a relação entre receitas e despesas, atingiu 105%, evidenciando a solidez do nosso modelo de custeio. Importante ressaltar que 16% dos nossos custos administrativos não vêm de contribuições de participantes e patrocinadores, sendo financiados por fontes complementares de receita, como parcerias e convênios firmados pela Fundação, além de negociações para reembolso de serviços prestados. Esse conjunto de medidas possibilita praticarmos taxas de administração abaixo da média adotada pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar (0,20% é a taxa média da Petros e 0,28% é a taxa média das EFPC).

Esses e outros números constam nas nossas demonstrações contábeis de 2025, aprovadas nesta terça-feira (24/03) pelo Conselho Deliberativo da Fundação. 

Fonte: Petros