Petrolino mete bronca!
Ó, o que tá rolando lá na UTGCA, em Caraguatatuba, não é brinquedo não, como dizia Dona Jura. Depois que mudou a supervisão, o negócio desandou de vez. Tem companheiro ficha limpa, e do nada começou a ser tratado como se fosse problema. E não é coisa pequena não, viu…
O cara tá sendo deixado de lado, chefia não fala direito, faz de conta que não existe. Enquanto isso, com o resto da equipe o tratamento é outro. Aí já viu, né? Começa aquele climão.
E tem mais: tão espalhando conversa pelos cantos, falando de erro que ninguém prova nada. Só jogam no ar e deixam a fama correr solta. Resultado? Meteram avaliação baixa no trabalhador, com desculpinha de “comunicação” e “credibilidade”. Tudo meio na canetada.
Pra piorar, ainda rola exposição na frente dos outros, comentário atravessado, pressão desnecessária… coisa que não combina com ambiente de trabalho sério. Isso tem nome e sobrenome ASSÉDIO MORAL e do pior tipo nível possível. Se é que isso existe!
E não para por aí não…
O clima da equipe inteira foi pro ralo. Tá cheio de intriga, um falando do outro, desconfiança pra todo lado. Parece até que tão incentivando competição doentia em vez de trabalho em equipe. A rapaziada já percebeu: isso não tem nada a ver com o trabalho do companheiro. É problema de gestão mesmo, jeito errado de comandar bem típico de feitor que “esqueceu” que a Lei Aurea foi assinada há tempos.
E quando a chefia pisa na bola desse jeito, sobra pra todo mundo — inclusive pra própria Petrobrás, que mantém um chefete desse naipe. E quando o homem da toga entra no jogo pra resolver, meu amigo… vai todo mundo pro mesmo balaio: quem fez e quem ficou de braço cruzado fingindo que não viu!
Então é o seguinte: isso precisa parar imediatamente! Não dá pra deixar rolar assédio, pressão psicológica e abuso de autoridade como se fosse normal.
Tem que garantir respeito, avaliação justa e um ambiente digno pra trabalhar. Porque ninguém tá ali de favor não — todo mundo é trabalhador e merece consideração.
O Sindicato já foi acionado e vai botar ordem “nessa farra do boi”.
Mas fica o recado: tô de olho e sei muito bem que isso aí não tem nada de “sem querer querendo”. Esse tipo de coisa pode até rolar lá na Vila Chaves… agora, dentro de uma empresa como a Petrobrás, não dá pra aceitar não.
